Segue dois trabalhos de embalagens. O do leite condensado já veio pronto até a mim, bastou a modelagem e o render. O de mel com própolis, foi criada a arte do rotulo e o 3d. 3dmax e Vray render.
Jóia renderizada com 3DMax e Vray render. Modelagem no Rhinoceros.
Mesma jóia modelada e usada com realidade aumentada. Tudo virtual
O mercado de jóias hoje, pode contar com uma forte aliada: A tecnologia de ponta.
As vantagens do uso do 3D e de renderizações foto realistas e da realidade aumentada (RA) são descritas a seguir:
1-) O foto realismo alcançado nas peças.
A maioria das jóias possuem acabamentos metálicos como o ouro, prata e também pedras preciosas onde cada elemento possui sua característica referente a cor, reflexo, refração, opacidade, texturas:elementos estes que produzem o aspecto único da jóia.
A única maneira que temos para apreciar todas as nuances que uma jóia adquire com a luz é observando a mesma fisicamente, ou através de filmagens ou fotos.
Em 3D, uma vez que a peça esta modelada podemos, com o uso da renderização captar e mostrar toda a realidade com foto realismo.Renderização é o processo final de cálculos matemáticos onde o programa sintetiza as informações inseridas na peça como o material, e o seu entorno, como a luz. Estas são as duas informações básicas para que o renderizador execute os cálculos e traga para a tela, a peça com qualidade foto real.
Além disso, podemos criar animações ultra realistas, mostrando o comportamento da luz que bate na jóia no decorrer da mesma. Esta sensação é extremamente interessante para a observação do comportamento da peça.
2-) Produção de vários acabamentos de uma única peça.
Outra grande vantagem do uso do 3D e da renderização foto realista para jóias é a capacidade rápida de obter vários acabamentos de materiais na mesma peça. Uma peça pode ter acabamento ouro, prata, cromo, madeira, resina e as pedras podem ser do diamante, rubi, pérola, água-marinha, enfim, qualquer acabamento que o designer necessita. Isto é muito útil para criar catálogos online e impressos e anuários sem a necessidade de criar as peças uma a uma e de um fotógrafo.
3-) A facilidade de observar detalhes da jóia.
Outra vantagem para o 3D e a renderização foto realista é chegar em lugares da peça onde uma máquina comum de foto não chegaria, revelando detalhes importantes da jóia e ser fator determinante para a venda. A exploração livre de vistas e ângulos valorizam a peça e cria valor.
4-) Não há necessidade da peça estar realmente no local.
Jóias remetem ao luxo, que remete a valor, que remete ao dinheiro. O uso do 3D para mostrar-las ao invés de observá-las fisicamente, anula os prejuízos causados por roubos, sem perder a potencialidade de venda da mesma.Soma-se isso a segurança pessoal e ao stress causados a funcionários e clientes, fora a despesa com segurança.
5-) O uso virtual da peça no corpo.
Por fim, outra grande tecnologia que complementa a visualização foto realista das jóias, é o seu uso em conjunto da realidade aumentada (RA). Ela executa um render diferenciado do foto realismo, porém complementa a experiência do usuário possibilitando o uso da peça, de forma virtual, como se estivesse de frente a um espelho. Possibilita uma interatividade orgânica com o elemento, criando assim um vínculo maior e acabando com atalhos de dúvidas entre o consumidor e o produto, gerando assim, um grande meio potencial de venda.
Este é mais um projeto feito para a Construtora Ornare. Nosso segundo projeto juntos, depois do primeiro, ser um sucesso!
O projeto foi desenvolvido pela arquiteta Luciana Paixão (www.aarquiteta.com) e a parte de divulgação do mesmo por nós.
Um diferencial nosso é que toda a parte de divulgação ( mídia impressa, mídia online, e claro os 3ds foto reais), sã desenvolvidos aqui. Ou seja, não passa de uma agência para a outra os processos. Assim, concentrado, menos intermediários, e mais rápida foi a entrega.
Olá amigos e alunos. Sejam bem-vindos a mais um curso do Luciano Augusto Cursos. Meu nome é Daniel kroll e eu estou aqui para apresentar pra vocês o curso de um dos maiores plugins de renderização do mundo que é o Vray. A solução definitiva para criação de imagens foto-realistas em 3D com qualidade, facilidade de uso e otimização de tempo.
Dentre tantos renderizadores que existem no mercado, nenhum chegou a seu sucesso como o Vray. A razão é simples: ele é de fácil utilização, possui uma poderosa render Engine e é amplamente usada no mundo todo.
No nosso curso, ao contrário de muitos outros que,”ensinam” através de opções fechadas, ou seja, as famosas “receitas de bolo”, nós ensinaremos como o Vray trabalha na teoria e principalmente na prática. Assim você saberá lidar com qualquer situação que venha acontecer de forma inusitada e acredite: Isso faz muita diferença! Conheça mais e aprenda com quem além de conhecer sabe ensinar!
Vejo você nas nossas aulas!
Abraços!
Daniel Kroll
Designer e Prof. Vray
Já tem um tempo que eu acompanho os trabalhos que o Ronen Bekerman insere em seus blog; mas este aqui realmente me chamou atenção. Mostra como é importante ai o trabalho conjunto de luz, materiais e principalmente: setagem de pós produção no PS, Vray Dirty e Occlusion.
Clique aqui para acompanahr o passo a passo deste incrível trabalho!
Uma das coisas que ainda lembro até hoje desde que comecei a trabalhar com o V-Ray é da versatilidade e poder das chamadas Area Lights. Depois que o V-Ray é instalado em conjunto com o 3ds Max, podemos aproveitar diversas ferramentas extras na interface do 3ds Max, como materiais próprios do V-Ray e luzes também. Entre essas luzes está uma chamada V-Ray Area Light que é de extrema importância para a criação daquelas imagens realistas de interiores com o V-Ray. O truque para usar as luzes do V-Ray em ambientes internos é um dos mais antigos da visualização 3d para arquitetura, e consiste no posicionamento estratégico dessas luzes nas áreas de abertura do ambiente.
É importante posicionar as luzes e alterar a escala das mesmas de maneira que o plano de luz cubra a área total da janela. Na renderização isso produz o efeito da luz natural entrando pelas aberturas do ambiente e deixa a imagem com um nível de realismo excelente. Claro que apenas o uso da Area Light do V-Ray não resolve o problema, sendo necessário usar ainda uma V-Ray Sun ou qualquer luz que simule o sol no ambiente. Isso é praticamente uma receita de bolo, em que o artista pode usar o esquema de iluminação para praticamente qualquer cena interna. Só não afirmo que isso é um conjunto de passos fixo, pois sempre é necessário fazer pequenos ajustes na intensidade ou posicionamento das luzes. As cenas em 3d podem varira muito nesse tipo de configuração.
Caso você queira aprender a usar as luzes do tipo Area do V-Ray nos seus projetos, o vídeo abaixo demonstra muito bem como é possível usar diversas luzes desse tipo para adicionar energia luminosa em ambientes. O objetivo é simular luzes artificiais em ambiente noturno, mas o mesmo procedimento pode ser usado em outros projetos:
O ambiente é semelhante a um pequeno galpão, em que as luzes são criadas e distribuídas sob um eixo central. O segredo para criar o efeito é o posicionamento correto das luzes e o ajuste das mesmas para funcionar como um plano de luz. Depois é só escolher as opções de render do V-Ray e conseguir uma iluminação suave e bem distribuída no 3ds Max.
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Não é raro os web designers lidarem com clientes que tratam eles como “pixel pushers*” em vez de “criadores”. Tudo bem: as vezes temos que dar o braço a torcer e aceitar algumas demandas dos clientes. Mas, clientes, acreditem: 99% das vezes nós sabemos o que estamos fazendo.
Uma das coisas coisas que designers deveriam saber (sei que muitos nunca sequer estudaram nada além de Photoshop e Dreamweaver) é o que um público gostaria. Afinal de contas, um site é feito para as pessoas que o acessam, e não a gosto de quem paga. Pelo menos não em grande parte.
Quando você quiser construir sua casa, você chama um arquiteto. Ele não vai criar a casa inteira para você sem você palpitar quantos cômodos ela terá, a disposição de cada um, quantos andares, etc. Mas obviamente, está na obrigação no arquiteto informar que um banheiro dentro da cozinha não é boa idéia (por exemplo), ou que uma jacuzzi dentro do escritório não é algo inteligente a se fazer. Claro que ele não vai dizer “não faça”, mas sim lhe dar os motivos pelos quais não é no melhor interesse do cliente pagante.
E quando meu cliente não aceita minhas sugestões?
Perfeitamente comum você dar mil razões pelos quais vai ficar desagradável um site sem espaçamento nenhum entre informações, e mesmo assim o cliente insistir que você faça exatamente isto. O que fazer nessas horas?
Foi assim que o cliente pediu, fazer o que?
Realmente, não há o que ser feito. Você tem duas opções, nenhuma delas agradável: decidir que está na hora de demitir seu cliente, perder a grana que você iria ganhar mas manter sua dignidade ou fazer qualquer coisa que ele pedir, pegar o dinheiro e simplesmente negar até a morte que você tenha feito aquilo.
Mas antes de partir para a ignorância, explique da melhor maneira possível o seguinte ao seu cliente: “Seu site tem um público alvo X. Este público alvo X é que vai estar acessando seu site. Quem acessa seu site é o que importa para você, pois sem um público seu site será apenas uma página vagando na internet. A melhor maneira de se ter um público constante é seguindo algumas premissas básicas: conteúdo interessante, um design que favorece o conteúdo, e conteúdo atualizado. Conteúdo é rei. Ofuscando o conteúdo, ou fazendo ele parecer menos importante que a sua biografia na lateral sobre, que você insiste que fique piscando dentro de uma caixa vermelha com letras amarelas, os seus visitantes vão perder o interesse. Acredite em mim, eu trabalho com isto.”.
Ele falou que é ELE que tá pagando
Se ele não aceita ser educado, é por que ele é (por falta de uma definição melhor) cabeça-dura. É impossível manter uma conversa sensata com algumas pessoas. Já tentou falar com algumas pessoas de mente fechada** sobre Darwinismo? Você pode mostrar um dinossauro vivo na frente dele, o dinossauro pode arrancar a perna dele fora e mesmo assim ele não vai aceitar o seu ponto de vista.
Se seu cliente não aceitar que você trabalha com isto e sabe o que é o melhor para ele, desista de convencer ele do contrário. Pessoas com mentes fechadas não vão a lugar nenhum, e o melhor que você pode fazer é se afastar delas.
“Se você quer obter o máximo de aproveitamento da sua equipe de web, dê problemas a eles e não soluções. Por exemplo, se você está criando um site direcionado a garotas adolescentes e o designer escolhe o azul corporativo, sugira que o público alvo pode não responder bem a essa cor. Não fale pra ele mudar para rosa. Deste jeito, o designer tem a liberdade para achar uma solução que pode ser até melhor que a sua escolha. Você deixou o designer resolver o problema que você apresentou”.
O que você faz quando um cliente decide tudo que você precisa fazer, mesmo quando o que ele quer contradiz o que você aprendeu como “certo”?
* – “Pixel pushers” ou “empurradores de pixels” é uma definição atribuída a web designers cujos clientes definem como eles deveriam trabalhar: ditando quais cores utilizar num site, sua diagramação, etc, não deixando que o web designer aplique seus conhecimentos da área.
** – Texto alterado pois tem gente que se ofende com qualquer besteira.